Brasileiro cria conceito que pode acelerar o tratamento de fraturas
Dotado de sensores eletromiográficos, este "gesso high-tech" poderia deixar seu médico sempre ciente sobre o progresso de um tratamento ortopédico.
Por Jonathan D. Machado em 15 de Agosto de 2011
Um estudante brasileiro de design apresentou um conceito que poderia trazer a alta tecnologia e as redes sociais para o tratamento de fraturas ósseas. Batizado de “Bone” (osso, em inglês) o “gesso high-tech” possui sensores eletromiográficos espalhados por toda a tala imobilizadora, monitorando a musculatura ao redor da fratura em tempo real e enviado os dados para um PC via Wi-Fi.
O projeto conceitual foi elaborado por Pedro Nakazato Andrade, um estudante do Instituto de Design e Interação de Copenhagen, na Dinamarca. Durante uma entrevista com o site de design Ecouterre, o brasileiro explica que o objetivo do "Bone" é acelerar o tratamento da fratura através de correções e exercícios que podem ser aplicados com mais precisão, graças aos dados coletados pelo aparelho.
As informações seriam enviadas a uma comunidade para que médicos e outros pacientes possam compartilhar as experiências e ajudar uns aos outros, uma forma de incentivar que o paciente siga o tratamento com mais disciplina. Segundo Pedro Nazakato Andrade, fazer com que as pessoas mantenham a agenda de automedicação em casa ainda é um dos maiores desafios da medicina.
O projeto conceitual foi elaborado por Pedro Nakazato Andrade, um estudante do Instituto de Design e Interação de Copenhagen, na Dinamarca. Durante uma entrevista com o site de design Ecouterre, o brasileiro explica que o objetivo do "Bone" é acelerar o tratamento da fratura através de correções e exercícios que podem ser aplicados com mais precisão, graças aos dados coletados pelo aparelho.
As informações seriam enviadas a uma comunidade para que médicos e outros pacientes possam compartilhar as experiências e ajudar uns aos outros, uma forma de incentivar que o paciente siga o tratamento com mais disciplina. Segundo Pedro Nazakato Andrade, fazer com que as pessoas mantenham a agenda de automedicação em casa ainda é um dos maiores desafios da medicina.
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